Está no ar, desde hoje cedo, a edição 32 da Rádio GP, quinto programa de 2008. Com apresentação de Victor Martins, os debatedores Ivan Capelli, Evelyn Guimarães e Marcus Lellis comentam a vitória de Felipe Massa no GP do Bahrein, o GP de São Petersburgo da Indy e os desdobramentos do escândalo Max Mosley.
A transmissão do GP do Bahrein, sem sombra de dúvidas, deixou a desejar. Além de não ter exibido adequadamente o incidente entre Hamilton e Alonso, a TV também perdeu uma escapada de pista de Felipe Massa e Robert Kubica, logo na segunda volta.
Os dois pilotos saíram da pista em razão da presença de óleo na curva 7, mesmo local em que Nelsinho Piquet viria a rodar logo depois. Foi na seqüência que Kimi conseguiu a aproximação e ultrapassou o piloto da BMW. Um lance que poderia ter decidido a corrida e que passou batido pelas câmeras da FOM.
A equipe McLaren emitiu nota hoje informando que o acidente entre Lewis Hamilton e Fernando Alonso no GP do Bahrein foi provocado por um pedaço de sua asa dianteira que se desprendeu. A partir disso, Lewis perdeu o controle e acertou a traseira da Renault do espanhol.
O curioso é que a asa estava danificada em razão de outro toque, ocorrido na primeira volta. O envolvido? Fernando Alonso! Lewis já havia tocado de leve a asa traseira de seu ex-companheiro de equipe logo nas primeiras curvas da corrida, enquanto ultrapassava a Red Bull de Mark Webber (a roda que se vê à esquerda da imagem acima).
Os atentos leitores Herik e Willian enviaram e-mail avisando que é possível ver o primeiro toque no clipe da corrida, disponível no site oficial da Fórmula 1. Para assistir, basta clicar no botão de "play", com "Bahrain" escrito logo abaixo, na página principal.
Fernando Alonso disputou praticamente todo o GP do Bahrein com a asa traseira danificada, em função do choque com Lewis Hamilton na segunda volta. A imagem acima comprova: ficou faltando um belo pedaço do aerofólio. Isso, provavelmente, explica a tão apática participação do espanhol, que terminou a corrida apenas em décimo lugar.
O mau resultado de hoje em Sakhir, com Heikki Kovalainen em quinto e Lewis Hamilton em 13º, quebrou uma seqüência histórica da McLaren. Desde o GP do Brasil de 2006, há 19 GPs, uma corrida não terminava sem um piloto da equipe no pódio.
O número de 19 pódios consecutivos era recorde na história da equipe. A marca anterior era de 13 vezes seguidas, obtida entre os GPs dos Estados Unidos e de Portugal de 1990, com Ayrton Senna e Gerhard Berger.
O recorde absoluto de corridas consecutivas entre os três primeiros pertence à Ferrari, com impressionantes 53 pódios de Michael Schumacher, Eddie Irvine e Rubens Barrichello entre os GPs da Malásia de 1999 e do Japão de 2002.
Positivo: Felipe Massa, com uma vitória segura e sem erros. Não deu chances a Kimi Raikkonen e recuperou-se no campeonato.
Negativo: McLaren. Hamilton largou mal, bateu quando tentava a recuperação e não tinha rendimento para chegar na zona de pontuação. Kovalainen não errou, mas foi apagado e garantiu o quinto lugar, o máximo que poderia fazer. A equipe corre o sério risco de ser rebaixada a terceira força.
- Vitória segura de Felipe Massa, que bateu Kimi Raikkonen com superioridade na briga interna da Ferrari.
- O brasileiro largou melhor que Robert Kubica, disparou na reta a ponto de não precisar dividir a primeira curva e rumou para uma vitória tranqüila. Raikkonen pareceu ameaçar um pouco antes do segundo pit stop, mas Felipe nunca deixou a diferença entre eles diminuir da casa de três segundos, o que tornou a liderança um tanto confortável.
- Destaque para a ótima largada também de Kimi Raikkonen, saltando para terceiro e ultrapassando Robert Kubica logo na segunda volta, numa briga espetacular no final da reta. Projetava-se uma largada ruim das Ferrari por saírem do lado sujo da pista, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário.
- Falando em largadas, a de Lewis Hamilton foi vexatória. Arrancou lentamente, perdeu diversas posições e ainda cometeu um erro bizarro ao bater na traseira de Fernando Alonso quando tentava se recuperar. Perdeu o bico e qualquer chance na corrida, terminando em 13º.
- A McLaren não se achou no Bahrein e não foi páreo sequer para a BMW. Kovalainen não conseguiu brigar com Kubica e Heidfeld, terminando a corrida num modesto quinto lugar.
- Aguardo o GP da Espanha com ansiedade, porque é lá que teremos a noção exata do que a BMW será capaz nessa temporada. Pelo que se viu em Sakhir, a equipe pode se intrometer na disputa entre Ferrari e McLaren, mas é preciso saber se o desempenho foi eventual. Sendo Montmeló um circuito no qual as equipes testam muito durante toda a pré-temporada, todos já sabem como seu carro se comporta lá e trabalham com acertos adequados. A chance de zebras lá é nula e se a BMW andar no ritmo da Ferrari, deixando McLaren para trás, como hoje, estaremos diante da segunda força do campeonato.
- Destaque negativo para a Renault. Chega a ser deprimente ver um piloto do nível de Fernando Alonso ficar o tempo todo preso atrás de uma Toyota, sem qualquer chance de ultrapassagem. Pior ainda foi vê-lo sofrer para ficar à frente de uma Honda nas voltas finais, brigando apenas pela 10ª posição. Quem perde é a F1.
- A Honda, no caso, era a de Rubens Barrichello, que se não foi brilhante hoje, pelo menos fez melhor que seu afobado companheiro de equipe. Button bateu em Coulthard quando brigava apenas pela 20ª posição, depois de uma largada ruim.
- Méritos para Giancarlo Fisichella, que levou uma Force India à 12ª colocação, à frente da Toro Rosso de Bourdais e da Williams de Nakajima. O japonês, por sinal, honrou o pai ao atrapalhar Raikkonen e Kubica quando retardatário.
- Nelsinho Piquet largou bem e ganhou três posições, até que rodou e seguiu numa corrida discreta, até o câmbio quebrar.
- Campeonato pra lá de embolado. Kimi 19, Heidfeld 16, Hamilton 14, Kubica 14, Kovalainen 14, Massa 10. Nos construtores, BMW 30, Ferrari 29, McLaren 28. Os bávaros, por sinal, são a única equipe a subir ao pódio nas três corridas do ano. Já fizeram mais do que em todo o ano passado, quando conseguiram chegar entre os três primeiros em apenas duas ocasiões.
- Felipe conseguiu hoje vencer sua primeira corrida sem largar da pole position. Não que a história da prova tenha sido muito diferente de suas outras cinco vitórias: fez a primeira curva na frente, dominou e venceu. A pecha de “só vence quando sai da pole”, agora, cabe apenas a Lewis Hamilton.
- A reparar a expressão feliz, mas contida, de Felipe Massa ao final da corrida. Comemorou sem afetação, sem aquela expressão de “puxa, olha aonde cheguei!”. É um bom sinal. Comemorar cada vitória como se fosse a última não é uma característica psicológica de campeões. Impressiona a maturidade do brasileiro e, por isso, não é de se duvidar que ele ainda possa chegar lá. Velocidade tem, falta domar o ímpeto.
- A vitória veio no momento mais difícil de sua carreira, com pressões internas e externas. Essa era a corrida para dar a volta pro cima e encaminhar um bom campeonato. Um novo fracasso hoje e o futuro de Felipe estaria seriamente condenado. Ele sabia disso e saiu-se muito bem, motivo pelo qual merece uma nota 10.
A pole position obtida hoje por Robert Kubica não foi histórica apenas por ter sido a primeira de um piloto polonês na história da Fórmula 1. Guiando uma BMW, Kubica obteve a primeira pole de um carro alemão na categoria em 46 anos.
Desde que Dan Gurney saiu na frente no GP da Alemanha de 1962, com um Porsche 804, um carro de fabricação alemã não largava na posição de honra na Fórmula 1. A Mercedes, tradicional montadora germânica, vem conquistando grandes resultados em parceria com a McLaren, que é uma equipe britânica.
Já a BMW Sauber, apesar de ter sede na Suíça, é considerada uma equipe alemã.
Com a pole de Robert Kubica para o GP do Bahrein, a equipe BMW quebrou uma hegemonia de McLaren e Ferrari, que já durava mais de um ano e meio. A última vez em que o pole position não foi um carro vermelho ou prata aconteceu em outubro de 2006, quando Fernando Alonso saiu em primeiro com a Renault no GP da China. De lá para cá, só Ferrari ou McLaren vinham saindo na frente.
O resultado de hoje foi a primeira pole da história da equipe BMW Sauber. Desde o GP dos EUA de 2005, quando Jarno Trulli terminou a classificação em primeiro lugar com a Toyota, uma equipe não debutava na pole na Fórmula 1.
- Robert Kubica marcou a pole para o GP do Bahrein, um resultado surpreendente pelo andamento do treino de classificação. A pole de Felipe Massa parecia certa, o brasileiro era disparado o mais veloz na pista, mas cometeu um pequeno erro na última volta e foi relegado ao segundo lugar.
- Já era chegada a hora de uma pole para o polonês, assim como para a equipe BMW. Kubica é dos melhores pilotos da categoria e tem um futuro promissor. A primeira vitória está perto, é bom não duvidar.
- Kimi Raikkonen, que sai em quarto, fez uma classificação bastante apagada. Em nenhum momento brigou pelas melhores voltas, chegando a ficar 0,8s atrás de Felipe Massa na segunda parte do treino.
- Lewis Hamilton sai em terceiro, num treino no qual também não brilhou.
- A se destacar, mais uma vez, o bom treino de Trulli com a Toyota. Larga em sétimo, tendo chegado a ser o segundo mais rápido na Q1.
- A Williams voltou a repetir o bom desempenho da Austrália, com Nico Rosberg em oitavo.
- Jenson Button conseguiu muito mais do que se esperava da Honda e sai em nono. Rubens Barrichello ficou de fora da superpole e terminou o treino em 12º.
- Decepção para as Red Bull e Toro Rosso. David Coulthard conseguiu cair fora logo na primeira fase da classificação, enquanto Mark Webber, participante habitual da superpole, ficou em 11º. Na equipe satélite, 15º para Bourdais e 19º para Vettel, que não vive um bom final de semana.
- A situação da Renault é realmente muito ruim. Mesmo com um piloto da estirpe de Fernando Alonso ao volante, não conseguiu ir além do 10º lugar. Imagine então o que seria se o espanhol não estivesse na equipe. Nelsinho Piquet sai em 14º.
- O fato é que Felipe foi dominante durante todo o final de semana até aqui, não dando chances aos demais pilotos. Não tivesse errado, faria a pole com alguma facilidade. Surge como favorito à corrida, mas desde que consiga saltar à frente de Kubica na largada ou não se deixe afobar, caso o polonês continue em primeiro depois da primeira curva. Ao que tudo indica, a BMW está com uma estratégia diferente, não chega a ser páreo para a Ferrari. Se não errar, o brasileiro tem tudo para vencer.
- É arriscado, mas vou palpitar. Se o vencedor amanhã não for Felipe, primeiro lugar para Lewis Hamilton.
A Ferrari apareceu hoje no Bahrein com uma pintura diferente daquela utilizada nos GPs da Austrália e da Malásia. Os italianos apertaram "Ctrl+i" e retiraram o itálico do código de barras da Marlboro, sobre o cofre do motor. Ficou menos pior, mas a solução ainda é agressiva. As listras discretas do ano passado eram muito mais elegantes.
Mudanças também no aerofólio traseiro. Outrora pintado totalmente de vermelho, agora ele voltou a receber os rabiscos do patrocinador.
Pelo pouco que pude acompanhar dos treinos livres de hoje, a impressão que passa é a de que a Ferrari está sobrando para este GP do Bahrein. Felipe Massa fez uma volta fantástica nos últimos minutos da segunda sessão e fechou o dia na frente, quase um segundo à frente de Kimi Raikkonen.
Mas o brasileiro minimizou o feito, garantindo que estava trabalhando coisas diferentes de Kimi e que a grande diferença não é real. Porém, se considerarmos que em Sepang ele fez a pole quase meio segundo à frente do companheiro, mesmo com estratégias semelhantes, é bom não duvidar. Felipe anda muito bem em Sakhir e é um dos mais rápidos pilotos em volta lançada da F1 atual. Melhor até que Alonso e Kimi, talvez rivalize com Lewis Hamilton e Mark Webber. Só precisa converter isso em constância durante as corridas.
As demais equipes estão atrás de binóculo e, salvo alguma grande surpresa, Kimi ou Felipe saem do Bahrein com dez pontos no bolso.
Se você não viu o resultado dos treinos, confira aqui.
Dica do Alexander Grun, que além de criar dicas ótimas para joguinhos de Excel, ainda presta atenção em corridas. Reparem na imagem abaixo, durante uma ultrapassagem de Alex Wurz sobre Mark Webber no GP da Austrália.
Notaram algo de estranho no carro do australiano? Não? Reparem novamente.
A tampa do bocal de combustível está aberta, tal qual aconteceu no GP do Bahrein. O canguru vinha em ritmo de corrida, não estava encostando. Por isso, a tampa não deveria estar em tal posição.
Problemas hidráulicos recorrentes na Red Bull?
Já que citei os jogos, uma boa novidade. Há um novo joguinho, ao estilo daquele dos capacetes, no forno. Mas com um grau de dificuldade bem maior. O Grun está, neste momento, preparando mais algumas daquelas dicas hilárias. Mais novidades em breve.
Não tem sido muito comentado, eu mesmo não tinha percebido. Mas alguns blogueiros me alertaram e resolvi conferir a largada de Lewis Hamilton no GP do Bahrein. E não é que ela foi estranha mesmo?
Reparem como ele, saindo do lado esquerdo da tela, ao lado de Felipe Massa, muda de trajetória cinco vezes antes da primeira curva, fazendo praticamente um zigue-zague. Isso, pelo que se sabe, é proibido. O piloto pode mudar sua trajetória apenas uma vez durante uma disputa de posição.
Não acho que Hamilton tenha agido de má-fé, principalmente por ser novato. Mas ele merecia ao menos uma repreensão dos comissários.
Em outras nove dez temporadas, o mundial de Fórmula 1 chegou a ter, em algum momento, apenas um ponto separando o primeiro e o terceiro colocados. Confira.
1956 - Após o GP da Bélgica, quarta etapa do mundial, Peter Collins e Stirling Moss lideravam o campeonato com 11 pontos. Jean Behra, o terceiro, tinha 10. A temporada acabou com título de Fangio, que àquela altura era o quarto colocado.
1962 - Depois do GP de Mônaco, segunda prova, Graham e Phil Hill dividiam a ponta da tabela com 10 pontos, seguidos por Bruce McLaren, com 9. O caneco ficou com o Mister Mônaco.
1963 - Com duas corridas disputadas, depois do GP da Bélgica o campeonato tinha a liderança de Bruce McLaren, com 10 pontos. Graham Hill, Jim Clark e Richie Ginther vinham logo atrás, com 9. Apesar do equilíbrio inicial, Clark terminou o ano como campeão, fácil.
1966 - Lorenzo Bandini liderava o campeonato após duas corridas, na altura do GP da Bélgica, com 10 pontos. Jackie Stewart e John Surtees dividiam a vice-liderança, com 9. O título ficou com Jack Brabham, que tinha modestos dois pontos somados até então.
1974 - Num dos mais disputados campeonatos da história, o mundial de 1974 tinha apenas um ponto separando o líder do quinto colocado após o GP da África do Sul, quarta etapa. Clay Regazzoni estava na ponta, com 10 pontos. Empatados em segundo com 9 vinham Dennis Hulme, Emerson Fittipaldi, Carlos Reutemann e Mike "The Bike" Hailwood. O brasileiro sagraria-se bicampeão ao final daquele ano.
1977 - Campeonato embolado ao final do GP da França, nona etapa do mundial daquele ano. Niki Lauda, campeão daquela temporada, assumia a liderança isolada pela primeira vez, com 33 pontos. Colados nele, estavam Jody Scheckter e Mario Andretti, com 32.
1983 - Nelson Piquet dividia com Alain Prost a liderança da tabela depois de quatro etapas, com 15 pontos. Patrick Tambay tinha vencido o GP de San Marino e era o terceiro, com 14. Foi o ano do bicampeonato do brasileiro.
1987 - Depois do GP da Inglaterra, sétima prova do campeonato, Ayrton Senna era o líder, com 31 pontos. A dupla da Williams, Nelson Piquet e Nigel Mansell, tinha 30 pontos cada. Piquet acabou a temporada como tricampeão.
1990 - Ayrton Senna liderava o mundial daquele ano após o GP de San Marino, terceira etapa, com 13 pontos. Alain Prost e Gerhard Berger dividiam a vice-liderança com 12. Senna foi bicampeão.
1997 - Jacques Villeneuve venceu o GP do Brasil, segunda corrida daquele ano, e empatou com David Coulthard na liderança da tabela, com 10 pontos. Gerhard Berger vinha em terceiro, com 9. O canadense terminou a temporada como campeão, disputando o título até a última prova com Schumacher, que naquele momento era o quarto, com oito pontos.
Agradecimentos ao blogueiro Moss, que lembrou da pontuação do mundial de 1997. Por essa eu tinha passado batido.
O empate entre três pilotos na liderança do mundial após o GP do Bahrein (Alonso, Hamilton e Raikkonen têm 22 pontos cada) é o primeiro em mais de 56 anos.
A última (e única) vez em que isto aconteceu foi em 30 de maio de 1950, quando Johnnie Parsons venceu as 500 Milhas de Indianápolis, terceira etapa daquele campeonato, e empatou com Giuseppe Farina e Juan Manuel Fangio na liderança, com 9 pontos.
A saber, Parsons inscreveu-se apenas para aquela corrida, que não era disputada pelos demais pilotos do campeonato. Assim, o norte-americano, embora liderasse a tabela, não brigava pelo título mundial.
O acontecido com Mark Webber durante a corrida de hoje serviu de exemplo para avaliarmos o refinamento aerodinâmico da Fórmula 1 atual. Basta o ar passar de um modo um pouco diferente e o carro pode ficar comprometido. Repare abaixo.
O problema na tampa do bocal de combustível, que ficou aberta depois do primeiro pit stop, gerou um fluxo de ar não previsto que acabou comprometendo o desempenho do Red Bull de Webber, além de ter destruído a pequena asa sobre o santo-antônio.
Este é o espaço no qual Ivan Capelli fala sobre automobilismo e alguns pormenores do cotidiano, com seu ponto-de-vista bastante particular. Além disso, toda terça-feira, uma charge sobre automobilismo.
Jornalista, 30 anos, um chato que dá pitaco em quase tudo sobre automobilismo. Além de manter este blog, Capelli colabora com o site Grande Prêmio, escreve uma coluna mensal no GP Total e co-produz e co-apresenta o podcast Rádio GP.